A Granja do Ano – 34 anos da melhor prestação de informações e serviços ao profissional do campo.

Radiografia das principais atividades agrícolas, relação de instituições e empresas do agronegócio brasileiro.

Defensivos Agrícolas

Proteção total para a planta

Soluções integradas da Syngenta ajudam o produtor a prevenir a ocorrência de doenças, pragas e invasoras

A Granja do Ano - Qual a participação da Syngenta no processo de evolução da agricultura brasileira nas últimas décadas?

Laércio Giampani - A Syngenta é uma empresa relativamente jovem, mas as companhias que deram origem a nossa remontam mais de um século de pioneirismo na agricultura. Dessa forma, já nascemos com uma vocação nata para a inovação e acreditamos ter um papel importante na evolução e no profissionalização do setor. Temos muitos exemplos de iniciativas que contribuíram para isso. Uma das principais é nosso programa de relacionamento com distribuidores, o PedSyn, que hoje é referência absoluta no mercado. Nele, entre outras ações, provemos capacitação para esses nossos parceiros, que acabam repassando o conhecimento para os produtores. Também fomos a primeira empresa a ter uma estrutura para realizar nossas operações comerciais por meio de barter, que facilita o acesso dos produtos à tecnologia. Também fomos pioneiros em boas práticas de fomento à agricultura sustentável, como o incentivo ao plantio direto e ao manejo integrado. E somos a primeira empresa a ter uma estrutura própria e totalmente dedicada para segurança alimentar. E, hoje, é comum ouvir diversas empresas falarem em soluções integradas e fomos nós que inauguramos esse conceito, ao anunciarmos nossa nova estratégia em 2010.

Quais são os mais recentes investimentos realizados pela Syngenta e quais são os próximos projetos da empresa?

Globalmente, a Syngenta investe cerca de 10% de seu faturamento em pesquisa e desenvolvimento todos os anos. Em 2012, esse valor chegou a US$ 1,4 bilhão, o que demonstra o foco da companhia em inovação. Especificamente no Brasil , anunciamos recentemente o aporte de US$ 77 milhões em nossa unidade de processamento de sementes em Formosa/GO. Com isso, iremos quadruplicar a capacidade de produção da unidade. Estamos também nos preparando para grandes lançamentos em proteção de cultivos.

Laércio Giampani é diretor geral da Syngenta no Brasil

Como a Syngenta trabalha para atender as mais diversas necessidades encontradas em diferentes climas e culturas no Brasil?

Mesmo em um país de dimensões continentais como o nosso, posso afirmar com orgulho que estamos presentes em todos os lugares onde há agricultura, seja por nossa equipe direta de 500 engenheiros agrônomos ou por nossa sólida rede de distribuidores. Com isso, conseguimos ter uma relação muito próxima com os agricultores para conhecê-los e entender as necessidades de cada um. Contamos também com uma estrutura de classe mundial para pesquisa e desenvolvimento. Temos centros e estações de pesquisas nas principais regiões produtoras do Brasil, onde estudamos e testamos soluções para as mais variadas culturas sob diferentes condições de clima e solo.

Como a Syngenta está enfrentando problemas recentes que surgiram na agricultura brasileira, como a lagarta Helicoverpa armigera? De que forma a empresa está apoiando o produtor no combate a essa praga?

Alinhado com nossa estratégia, acreditamos que a solução para problemas como esse está baseada em uma abordagem que integre diferentes modos de controle. Recentemente, lançamos um modelo preventivo para controlar infestações de lagartas na safra e na safrinha para diferentes culturas denominado Manejo Estratégico de Pragas (MEP), um protocolo inédito no mercado para o controle antecipado de infestações de pragas, como as lagartas. A intenção é obter a maior eficiência possível por meio de ações preventivas. Fomos também a primeira empresa a obter a aprovação da CTNBio para um evento triplo para milho, que hoje comercializamos sob a marca Agrisure Viptera 3, que oferece o maior espectro de controle para lagartas, inclusive a Helicoverpa armigera.