A Granja do Ano – 34 anos da melhor prestação de informações e serviços ao profissional do campo.

Radiografia das principais atividades agrícolas, relação de instituições e empresas do agronegócio brasileiro.

Destaques 2011 Adubos

Mais de 100 anos ao lado do produtor

Fertilizantes da Bunge levam nutrição às plantas e ajudam a ampliar o rendimento das lavouras brasileiras

Nome da empresa: Bunge Brasil
Sede: São Paulo/SP
Unidades de fertilizantes no Brasil: 23 instalações
Clientes do negócio fertilizantes:
60 mil
Faturamento no Brasil em 2010: US$ 14,3 bilhões

A Granja do Ano — Em maio de 2011, a Bunge inaugurou uma fábrica de fertilizantes no Rio Grande do Sul. Quanto foi investido nessa obra e qual a capacidade produtiva da planta?

Francisco Pereira — A planta de Cruz Alta/RS foi inaugurada no dia 12 de maio. Localizada em um importante centro de consumo de fertilizantes, com grande potencial agrícola e logístico, a unidade é a mais moderna do estado. Nela, serão produzidas misturas granuladas (NPK) das marcas Serrana, Manah e IAP, além das linhas diferenciadas Turbo Serrana, Fertiap e Fosmag Manah. A capacidade de produção anual da nova unidade, que consumiu investimentos da ordem de US$ 24 milhões, é de 300 mil toneladas anuais, com geração de 300 empregos, diretos e indiretos. O presidente da Bunge Brasil, Pedro Parente, ressaltou na época a importância desse investimento, afirmando que “a empresa tem uma longa tradição de parceria com os agricultores do Rio Grande do Sul, como fornecedora de fertilizantes e compradora de soja, trigo e outros grãos, que remonta à década de 1920, com a antiga Samrig. Este novo investimento reforça nossa parceria e nosso apoio aos produtores rurais do estado, um dos líderes agrícolas do país e, particularmente à região noroeste gaúcha”, destacou.

Quais são os projetos e novos investimentos previstos para os próximos meses nas operações de fertilizantes da Bunge?

Para atender às diversas demandas dos agricultores e continuar levando ao campo o que há de mais avançado em fertilização, nossos projetos e investimentos em estrutura, novos produtos e serviços são constantes. Temos um departamento focado em pesquisa e desenvolvimento de produtos, além de sempre ouvir os produtores e suas necessidades. Ainda este ano teremos novidades no campo!

Francisco Pereira é diretor de Marketing da Bunge Brasil

A Bunge está presente no Brasil há mais de 100 anos e acompanhou de perto a evolução da agricultura nacional. Na sua opinião, quais são as principais contribuições da empresa para o agronegócio brasileiro?

Presente no Brasil desde 1905, a Bunge é uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do Brasil e uma das maiores exportadoras. Atua de forma integrada, do campo à mesa do consumidor. Desde a produção e a comercialização de fertilizantes, compra e processamento de grãos (soja, trigo e milho), produção de alimentos (óleos, margarinas, maioneses, azeite, arroz, farinhas), serviços portuários, até a produção de açúcar e bioenergia. Hoje, conta com mais de 20 mil colaboradores, atuando em cerca de 150 instalações, entre fábricas, usinas, moinhos, portos, centros de distribuição e silos, em 17 estados de todas as regiões. Marcas como Serrana, Manah, IAP, Salada, Soya, Cyclus, Delícia, Primor e Bunge Pró estão profundamente ligadas não apenas à história econômica brasileira, mas também aos costumes, à pesquisa científica, ao pioneirismo tecnológico e à formação de gerações de profissionais.

Quais as expectativas da Bunge para a próxima safra que logo será plantada no Brasil? Nossa visão de mercado para os próximos anos é de que teremos safras crescentes no Brasil, com avanço de área plantada sobre áreas de pastagem, aumento de tecnologia empregada e consequente aumento de produtividade. Essa é a visão deste ano, onde, mesmo com as últimas oscilações nos preços internacionais de commodities, a relação entre os custos de produção e receitas bastante remuneradoras está mantida, incentivando o produtor rural a investir na produção. No atual nível de preços, vale a pena investir em aumento de produtividade através do aumento da adubação média, e essa é a realidade que temos visto em conversa com nossos clientes. Em resumo, mesmo com o atual clima de incerteza nos mercados externos, tenho muita confiança num cenário bastante positivo para o agronegócio no Brasil, para esse e também para os próximos anos.