A Granja do Ano – 34 anos da melhor prestação de informações e serviços ao profissional do campo.

Radiografia das principais atividades agrícolas, relação de instituições e empresas do agronegócio brasileiro.

ESPECIAL

RECORDES E EXPECTATIVA DE NOVOS TEMPOS

Numa folheada rápida nas páginas que se seguem é possível observar algumas definições repetidas nos títulos das reportagens. Expressões como “recordes”, “históricos” e similares são dominantes n’A Granja do Ano 2008 quando considerados aspectos como produção, cotações, rentabilidade e exportações. O momento da agropecuária brasileira é realmente de bonança. Para alguns segmentos, épocas únicas, de números expressivos e jamais vistos. As explicações para a boa fase são muitas, mas, em síntese, o mundo precisa de alimentos em quantidade e qualidade, e o Brasil os gera em abundância. E ainda pode muito mais. Por aqui tem muita terra disponível, além de muita água e sol, gente qualificada a fim de trabalhála e tecnologia de ponta para extrair dela alimentos e também biocombustíveis.

Mas as reportagens que abrangem os principais segmentos agrícolas do Brasil, praticamente a totalidade do PIB do setor, não deixaram de tocar nos pontos nevrálgicos, os problemas (também históricos) que tanto atrapalham o desenvolvimento do agronegócio – e por conseqüência do próprio país. Logística, endividamento, falta de uma ampla política agrícola, subsídios, barreiras comerciais diversas também são assuntos tratados nesta edição d’A Granja do Ano. E o pior é que foram mencionadas nas edições anteriores. Espera-se, portanto, que não sejam mais referenciadas na edição de 2009. O agronegócio e as pessoas que gravitam em torno dele merecem resposta à altura dos recordes e marcas históricas que promovem a cada ano.