A Granja do Ano – 34 anos da melhor prestação de informações e serviços ao profissional do campo.

Radiografia das principais atividades agrícolas, relação de instituições e empresas do agronegócio brasileiro.

ADUBOS E CORRETIVOS

Atenção às necessidades do produto

A Granja do Ano — Quais são as principais estratégias da Bunge para estar sempre presente na lembrança do produtor rural?

Mário Alves Barbosa Neto — A Bunge Fertilizantes trabalha estrategicamente com quatro marcas no mercado brasileiro. Para cada uma foi definido um posicionamento, numa visão de fora para dentro, ou seja, com realização de pesquisas com os produtores rurais, usuários e não usuários de nossas marcas. Assim, de acordo com a própria percepção do mercado, otimizamos nossas táticas de comunicação para o reforço do posicionamento estratégico das marcas Manah, Iap, Ouro Verde e Serrana. A Manah, por exemplo, é uma marca com um recall muito forte de suas comunicações, que têm mais de 60 anos. O slogan “Com Manah, adubando dá” é extremamente lembrado, inclusive entre o público urbano.

P — Quais foram as maiores conquistas dos últimos meses e quais são os principais projetos da empresa atualmente?

R — Nossos projetos e conquistas dos últimos anos estão baseados numa cultura de Foco no Cliente. Estamos muito interessados em saber o que nossos clientes precisam, em como oferecer e dar o que eles valorizam, estabelecer canais de comunicação para conhecê-los melhor, sempre numa relação de ganha-ganha, atendendo a todos os segmentos do mercado de maneira consistente, propiciando parcerias duradouras, baseadas na confiança. Um exemplo prático dessa cultura de Foco no Cliente foi a reformulação do nosso Serviço de Atendimento aos Clientes, com o objetivo de agilizar ainda mais o fluxo de informações na empresa, garantindo o controle rigoroso no prazo de atendimento às demandas vindas de todo o Brasil.

P — Como está o comportamento do mercado brasileiro de fertilizantes e qual é a situação da Bunge nesse segmento?

R — Todo o agronegócio brasileiro passa por um momento de transição decorrente, entre outros fatores, do baixo valor do dólar frente ao real e da baixa cotação de diversas commodities importantes, como a soja. Dentro desse contexto, a preocupação da Bunge Fertilizantes está em atender seus clientes de forma consistente e duradoura, reforçando a parceria.

P — Que estratégias a empresa está utilizando para diminuir os efeitos das adversidades enfrentadas no momento pelo agronegócio brasileiro?

R — É característico da agricultura, de tempos em tempos, enfrentar anos mais difíceis. O importante é tomar as medidas necessárias para enfrentar as adversidades, entendendo as prioridades dos clientes. Como citado anteriormente, o projeto baseado em nossa cultura de Foco no Cliente, permite enfrentar os possíveis efeitos adversos que eventualmente atingem o mercado do agronegócio brasileiro. Além disso, a empresa mantém projetos de melhoria contínua em suas unidades fabris, que proporcionam avanços em diversos setores, como logística, por exemplo, em que há redução do tempo de carga e descarga de caminhões, diminuição do tempo de parada para troca de equipamentos e redução dos níveis de resíduos industriais.

P — Quais são as principais preocupações da Bunge no momento de projetar o lançamento de um produto? Que demandas dos produtores precisam ser atendidas?

R — Entender as necessidades agronômicas da cultura e do solo para proporcionar as melhores soluções de matérias-primas para a composição do produto. Esta visão permite projetar produtos que possam incrementar a produtividade do produtor rural e sua receita. A questão chave está em encontrar a eficiência agronômica do novo produto.