Feijão: mais força na lavoura e no prato

A edição de junho da revista A Granja aborda a importância da pesquisa para a lavoura de feijão, grão que é alimento básico no cardápio do dia a dia do brasileiro. Apesar de uma diminuição de quase 30% na área cultivada num período de 40 anos, a produção cresceu mais de 50%. O incremento se deve à produtividade. Na safra 1976/1977, a média de rendimento nas lavouras do País foi de 488 quilos por hectare, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Quatro décadas depois, no ciclo 2016/2017, o volume alcançou 1.069 quilos por hectare.

Embora já houvesse a percepção da importância do melhoramento genético para o avanço nas médias da cultura, um estudo específico ajudou a quantificar a relevância destas pesquisas para os resultados no campo. Na sua tese de doutorado defendida em 2011 na Universidade Federal de Goiás (UFG), o pesquisador da Embrapa Arroz e Feijão Luis Claudio de Faria analisou dados obtidos em 22 anos de trabalhos na área.

Em 1986, a produtividade média do feijão carioca no Brasil era de 600 quilos por hectare, enquanto em 2008, chegou a 1,3 mil quilos por hectare. “Com a utilização de métodos estatísticos, conseguimos concluir que cerca da metade deste incremento deve-se ao melhoramento”, destaca o especialista.

Além de plantas com ciclo mais curto e com resistência a doenças, os pesquisadores vêm se dedicando a aspectos nutricionais e culinários do grão para levar mais praticidade e saúde até o consumidor.

Crédito da foto: Sebastião Araújo

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Data: 20/06/2018
Fonte: A Granja

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