AP: a geoestatística possibilita saber tudo sobre as qualidades do solo

Os conceitos geoestatísticos aplicados à agricultura de precisão avaliam os atributos químicos e físicos do ambiente, e no Brasil há uma tendência de crescimento na adoção a tecnologia, destaca artigo veiculado pela A Granja de maio. No texto de Rafael Montanari e Renan Francisco Rimoldi Tavanti, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), eles destacam que os softwares serão cada vez mais simplificados para possibilitar a análise de dados sem grandes exigências em conhecimentos técnicos dos produtores. “Os conceitos geoestatísticos aplicados à agricultura de precisão para avaliação da qualidade química e física do solo podem ser empregados por pequenos e grandes produtores. No Brasil, observa-se uma tendência clara de crescimento na adoção desta tecnologia”.

O artigo desta que a agricultura de precisão se constitui numa gama de ferramentas modernas com tendência de mercado de rápida evolução tecnológica para a redução gradual dos custos e racionalização dos processos de produção agrícola. “A tecnologia para aplicação localizada de fertilizantes está dominada, mas ainda temos algo a ser desenvolvido no controle localizado de pragas e plantas daninhas”, exemplificam. “Dentre as aplicações da AP, as amostragens de solo georreferenciadas permitem mapear as variações da fertilidade, grau de compactação dentro das áreas cultivadas e até mesmo a produtividade das culturas, de forma a definir o modo de intervenção e o manejo localizado em “sítios específicos”, também conhecidos como zonas de manejo”, acrescentam.

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Data: 17/05/2018
Fonte: A Granja

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