Milho: qualidade na distribuição de plantas define a produtividade

Artigo na edição de abril d’A Granja relata experimento com o plantio do milho a partir da regulagem correta de equipamentos, a velocidade adequada de trabalho, o treinamento dos operadores e o monitoramento da operação promovem aumentos de produtividade que variam de 6% a 76%. O texto, de professores da Fatec Shunji Nishimura, de Pompeia/SP, se baseia no trabalho conduzido na instituição para avaliar a qualidade de plantio de cultivo comercial de milho, de variedade precoce, em sistema de plantio convencional, numa área de 9,85 hectares, e o instrumento de avaliação foi o coeficiente de variação da distância entre plantas, e a área estudada foi georreferenciada e dividida em 37 parcelas de 2.500 metros quadrados cada. E em cada parcela foram medidas as distâncias longitudinais entre cada planta, em cinco linhas de plantio de cinco metros de comprimento, a qual foi denominado ponto amostral.

“Aumentos de produtividade entre 6% e 76% numa área onde apenas a qualidade da operação proporcionou este ganho é muito representativo no resultado final da lavoura. E se este aumento de produção ocorrer em ambientes de maior produtividade, como em algumas lavouras que chegam a produzir acima de 12 toneladas por hectare, este ganho é ainda maior, em razão do volume produzido”, destacam os autores do artigo. “Os requisitos necessários para a operação de plantio com qualidade, como regulagem adequada de equipamentos, velocidade adequada de trabalho, treinamento para os operadores e o monitoramento da operação são investimentos que proporcionam resultados positivos na produtividade da lavoura”, acrescentam. Todos os detalhes dos experimentos estão no texto, ilustrado por tabelas esclarecedoras.

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Data: 12/04/2018
Fonte: A Granja

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