Os profissionais que o agronegócio procura

O mercado de trabalho no agronegócio é tema de reportagem da edição de novembro d’A Granja. Em transformação constante, o setor exige de seus profissionais capacidade de adaptação e atualização permanente.

Especialmente na última década as mudanças percebidas na realidade do campo e dos processos antes e depois da porteira criaram novas demandas nos mais variados cargos, desde estagiários até executivos, em funções que envolvem mão de obra braçal ou intelectual. Esse processo evolutivo também requer atualização das instituições de ensino, que estão voltadas cada vez mais a formações transdisciplinares e interdisciplinares.

O principal estímulo para o trabalho no agronegócio está justamente na pujança do setor, que é líder mundial em produção e exportação de diversas commodities, avalia o professor Luis Eduardo Aranha Camargo, presidente da Comissão de Graduação da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP). “O grande desafio da área é a própria percepção da sociedade que ainda enxerga o profissional do agronegócio como aquele que dirige trator, mastiga capim e laça boi no pasto. Embora estas sejam atividades muito prazerosas, a realidade é outra: acompanhar colheita e monitorar produção via satélite, negociar commodities em bolsa de valores, analisar big data para aprimorar processos e fechar lacunas de produtividade, desenvolver nanosistemas para otimizar o uso de recursos hídricos e explorar os recursos naturais garantindo a sustentabilidade dos sistemas. Estas são apenas algumas funções que passam longe da percepção da sociedade”, conclui.

Crédito da foto: Divulgação Yara

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Data: 09/11/2017
Fonte: A Granja

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