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ELEIÇÕES: O PRODUTOR, ESPECIALMENTE, PRECISA AVALIAR O QUE FAZER

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ALYSSON PAOLINELLI

Não é a primeira vez que estamos participando de um processo eleitoral no País, mas, sem dúvida, desta vez, a nossa participação tem de ser muito bem pensada e analisada. Estamos diante de uma verdadeira encruzilhada, e a nossa posição ou escolha pode significar um avanço ou um recuo sem precedente. É inegável que o Brasil está caminhando para uma verdadeira falência. De um lado, a falência moral, pois, embora não sendo um privilégio exclusivo nosso, a coisa, por aqui, desandou de tal maneira que parece não sobrar ninguém. Os valores das fraudes são verdadeiramente espantosos. Parece que não quebramos só as nossas grandes empresas estatais, mas hoje já se identifica claramente que a voragem da corrupção atingiu mortalmente até o nosso Tesouro Nacional.

A nossa dívida pública, em menos de duas décadas, saiu de zero para R$ 5 trilhões. E o pior, se analisarmos bem alguns “armários artificiais” para esconder dívidas, é provável que encontremos um outro tanto de esqueletos de dívidas ainda não contabilizadas, que podem fazer a nossa dívida chegar ou ultrapassar 100% do nosso PIB. Um escândalo. Isso significa que cada brasileiro que nascer daqui para frente já nasce devendo R$ 35,7 mil. Que amarga herança estamos deixando aos nossos descendentes. Dívida tem de ser paga, senão seremos considerados caloteiros. As nossas contas não fecham mais, a não ser com tremendos déficits fiscais. As nossas administrações financeiras, sempre calamitosas, nos levam a este legado vergonhoso. A nossa administração pública chega a um nível de ineficiência quase impensável. A concentração de renda, nessas ocasiões, passa a ser incontrolável.

Paraíso ideal para demagogos e populista...

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