Defensivos

A alternativa popular dos GENÉRICOS

Defensivos

O preço mais baixo possibilita a agricultores de menor renda lançar mão dessa tecnologia, que representa 51% dos valores de venda e 83% do volume dos defensivos usados na agricultura brasileira

Eng. Agr. Tulio Teixeira de Oliveira, diretor-executivo da Associação Brasileira dos Defensivos Genéricos (Aenda)

O mercado global de defensivos foi de US$ 61 bilhões em 2017, com 88% de produtos agrícolas e 12% de não agrícolas. Com as recentes fusões e incorporações, a divisão mercadológica empresarial tende a ser de 30% para a Bayer/Monsanto, 28% para Chenchina/Syngenta, 18% para DowDupont, 13% para Basf, 5% para Sumitomo e 6% para outras empresas. No contexto dos produtos agrícolas, o Brasil responde por US$ 9 bilhões, ou seja, 17% do mercado mundial. Cada nova molécula de defensivo, grosso modo, tem 20 anos de exclusividade, período este reconhecido pela patente de invenção. Além disso, para os estudos científicos necessários ao registro de produtos, são concedidos dez anos de proteção em diversos países, o Leandro Mariani Mittmann que, circunstancialmente, pode alongar mais um pouco o período de exclusividade. Genéricos são aqueles produtos já fabricados por terceiros, no período pós-patente ou pós-exclusividade. É importante frisar que os produtos na condição pós-patente que não sejam fabricados por terceiros permanecem como especialidades ou exclusivos, não sendo incorporados aos genéricos.

Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), no Brasil, os genéricos representam 51% em valores de venda, e as especialidades somam 49%. Considerando o aspecto quantitativo, os genéricos abocanham 83% das vendas (379.670 toneladas de ingrediente ativo), e as especialida...

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