Gestão

Mato Grosso: CONTABILIDADE para soja, milho e algodão

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Levantamento dos números das safras 2012/13, 2013/14, 2014/15 e 2015/16 revela, em detalhes, as rentabilidades e os riscos para as três culturas em lavouras mato-grossenses. Nas primeiras e segundas safras do cereal e da pluma, e na safra única da oleaginosa

Lucilio Alves, professor do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP)

A propriedade rural, assim como qualquer outra atividade empresarial, está inserida em ambiente de futuro incerto, que pode ser traduzido por exposta ao risco, o que exige conhecimento adequado em um contexto em que se busca intensificar o uso do solo e produzir a custos marginais decrescentes. Na agropecuária, não existe um modelo único para seguir produzindo com sustentabilidade e gerenciar risco, mas há, certamente, alguns fundamentos para serem considerados. Entre as fontes de riscos na agropecuária, podem ser citados os seguintes riscos: de produção, de preços ou de mercado, de crédito, financeiro, casual, tecnológico, institucional e pessoal (doença, morte etc.).

O gerenciamento das diferentes fontes de riscos conduz os tomadores de decisão na agropecuária a adotarem estratégias, como as seguintes: diversificação entre culturas com correlação negativa de preços; ajuste do nível adequado de dívidas com terceiros (alavancagem); integração vertical, para maior controle dos processos (armazenagem e beneficiamento podem ser considerados); contratos de compra de insumos e venda da produção, para garantir qualidade e preços; hedge via contratos futuros ou de...

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