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CUSTOS DESAFIAM O PRODUTOR

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O período que antecede o início da safra 2018/19 é marcado por incertezas em relação ao comportamento do câmbio e ao tabelamento do frete determinado pelo governo. O que dificilmente vai mudar é a projeção de incremento nos custos do novo ciclo. Para os produtores, a época é de acompanhar a movimentação do mercado e as tendências para as commodities, mas também de prestar atenção às práticas que colaboram para melhorar a rentabilidade da lavoura. São atitudes muitas vezes simples, mas que podem ter um reflexo importante sobre as contas ao final da safra

Denise Saueressig
denise@agranja.com

A proximidade do início da nova safra é acompanhada pela preocupação com os custos de produção. Embora, até o mês passado, as estimativas sobre os valores que serão investidos nos principais cultivos do País fossem apenas preliminares, já pairava a certeza de que o ciclo 2018/19 será de aumento nas despesas.

Entre os elementos que formam a lavoura e que estão fora do controle do produtor estão o câmbio e a tabela do frete. Medida adotada pelo governo para atender às reivindicações dos caminhoneiros e encerrar a greve que paralisou o Brasil no final de maio, a fixação dos preços do transporte rodoviário pela Medida Provisória (MP) nº 832 tornou mais oneroso, especialmente, o chamado frete de retorno, cobrado pelo deslocamento de insumos dos portos até as propriedades. “A tabela é um meio que o governo encontrou de não resolver o problema e transferir o ônus para a sociedade”, critica o economista- -chefe da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Antonio da Luz.

Na segunda semana de julho, o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato ...

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