Agricultura 4.0

FITOPATOLOGIAFITOPATOLOGIA

Agricultura

No final do mês de fevereiro, aconteceu o 41º Congresso Paulista de Fitopatologia, na cidade de Marília/SP, realizado pela Fatec Shunji Nishimura e promovido pela Associação Paulista de Fitopatologia. O evento contou com a participação de pesquisadores renomados do Brasil e do exterior na área de fitopatologia, com a presença de congressistas de 12 estados, que apresentaram mais de 200 trabalhos científicos na área de doenças em plantas. Assim, gostaria de destacar nesta coluna os principais pontos fitopatológicos atuais apresentados e discutidos durante o congresso.

Na cultura da soja, dois pontos fitopatológicos chamaram a atenção. O primeiro foi sobre a ferrugem asiática, com uma grande preocupação dos fitopatologistas em relação à ineficácia dos fungicidas atuais. O uso intensivo de ativos que apresentam o mesmo sítio de ação sobre o fungo tem levado a uma pressão de seleção sobre a população do patógeno para biótopos mais resistentes, dificultando o seu controle. Tal fato merece bastante atenção de pesquisadores, produtores e empresas produtoras dos defensivos, visto que o desenvolvimento de novos ativos fungicidas para a agricultura a cada dia se torna mais difícil e oneroso. O fato é que não há, a curto prazo, uma solução para o problema, sendo a principal alternativa para os agricultores a utilização de ativos de amplo espectro de ação em associação com os tradicionais triazois e estrobilurinas.

O segundo ponto em relação à soja está relacionado aos problemas fitopatológicos de solo, principalmente aos nematoides e fungos de solo. No caso dos nematoides, o caso já foi abordado aqui em um texto anteriormente, contudo, é crescente a preocupação sobre eles que a cada dia se agrava mais nas lavouras de soja brasileiras...

Para ler a matéria completa faça Login
Caso não seja assinante da Revista A Granja, clique Aqui e Assine Agora!