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COMEÇA A NOVELA DO PLANO AGRÍCOLA E PECUÁRIO. SERÁ QUE DESTA VEZ VAI SAIR UM PLANO VERDADEIRO?

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Como todo ano, nesta mesma época, começam as especulações sobre o Plano Agrícola e Pecuário. A primeira coisa que há anos tem-se discutido é que ele deveria ser plurianual. Será que desta vez vai? É lógico que em um país que hoje indiscutivelmente tem sua estabilidade econômica baseada na produção e exportação de produtos agrícolas, nunca deveriam ser deixadas para depois as definições a longo prazo. Até mesmo para orientar os produtores brasileiros de forma mais clara e definitiva como deveriam proceder em suas decisões e assim poder abrir uma clareira mais longa, que lhe desse uma visão de mais garantias e estabilidade em seus procedimentos e para melhor planejar como produzir, para concorrer com os seus pares do mundo inteiro. Hoje não somos mais nem importador e muito menos um simples especulador no mercado internacional. Se quiserem ver, meçam as toneladas e os valores em dólares que estamos exportando. Irão se surpreender. Sim, somos o maior do mundo. Será que isso não merece uma decisão mais firme e a médio tempo?

O segundo problema está no crédito rural. O Brasil já demonstrou desde a década 1960 a 1980 que teve o melhor crédito rural de país em desenvolvimento. Vários organismos internacionais aqui estiveram para avaliar a eficiência do crédito rural, assistido e gerenciado, que possibilitou de maneira eficiente que o produtor pudesse adotar firmemente as inovações que a pesquisa lhes fornecia. Esse crédito começou a ser destroçado com a extinção da Embrater e a desorientação com as Emater estaduais, em que os programas e projetos não eram mais considerados. Os famigerados planos econômicos destruíram totalmente a seriedade e a justeza com que esse trabalho fo...

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