Reportagem de Capa

CULTURAS ALTERNATIVAS: VOCÊ AINDA VAI APOSTAR EM ALGUMA DELAS

Reportagem

Osmar Artiaga: “O grão-de-bico é uma cultura que tende a crescer. O grão-de-bico vai muito longe. Tem muita coisa a ser feita”

Milho-pipoca, girassol, feijão-caupi, grão-de-bico, sorgo e amendoim. E também ervilha, lentilha, painço, diferentes espécies de feijão e muitas outras espécies. Ainda, na Região Sul, as invernais cevada, centeio, triticale, canola e aveia-branca. São muitas as possibilidades – leia-se oportunidades – para agregar renda à propriedade, além de melhorar as condições dos solos utilizados pelas principais culturas (soja, milho e algodão) proporcionados pelos cultivos secundários. E não são difíceis de serem explorados. Afinal, é possível aproveitar a época do ano sem os principais invesimentos, o maquinário ocioso, os funcionários e, sobretudo, o know how de quem é expert nas culturas tradicionais

Leandro Mariani Mittmann
leandro@agranja.com

No País onde tudo o que se planta dá – com o devido emprego de tecnologia, acrescenta-se – pode ser bem interessante ao produtor, independentemente da região ou do tamanho, espichar o olho pela sua lavoura e questionar o seguinte: e se eu apostasse em uma cultura diferente, atípica para a minha região, sobretudo, à minha propriedade? Afinal, eu e meus colaboradores temos know how em grãos, maquinário de primeira (que normalmente fica meses estacionado na garagem), acesso a insumos e outras tecnologias, além de possibilidades de inserção em mercados, desde locais a internacionais. Por que além (ou em vez) de milho, soja, algodão, feijão e ou mesmo pecuária, não cultivar sorgo, feijão-caupi, grão-de-bico, milho-pipoca, amendoim e girassol, além de cevada, centeio, aveia-bra...

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