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PROJETO BIOMAS TROPICAIS VAI REVIVER A INTEGRAÇÃO DAS PESQUISAS DA DÉCADA DE 1970

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ALYSSON PAOLINELLI

Revigorada e em bases contemporâneas, a Rede de Pesquisas que uniu, nos anos 1970, as principais instituições científicas do País para construir a Agricultura Tropical Sustentável (ATS) está de volta. Agora, para reposicionar a pesquisa brasileira em bases cooperativas, e em coworking global, preparar o segundo salto da ATS, unindo Embrapa/ Capes/CNPQ, as entidades estaduais, a iniciativa privada, a Universidade Federal de Lavras/MG, a Universidade Federal de Viçosa/MG e a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/Universidade de São Paulo (Esalq/USP). Essa pelo menos é a proposta em análise pelo Governo, encaminhada através dos ministros da Educação, José Mendonça Bezerra Filho, e da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab. De um lado, temos o desafio de assegurar o investimento na plataforma de ciência, inovação e tecnologia indispensável para garantir que o aumento da produção de alimentos venha acompanhado da identificação do potencial e dos limites de cada bioma tropical. O mundo precisa dos alimentos brasileiros e exige a ampliação da sustentabilidade do processo produtivo.

E, com a reedição da Rede de Pesquisas, conseguiremos unir o nosso melhor time de pesquisadores e valorizar cada centavo investido pelo Estado nesse projeto, apesar das dificuldades nas contas públicas. É do conhecimento científico que vamos extrair as bases que permitirão ao Brasil aproveitar a espetacular janela de oportunidades que o acelerado incremento da demanda internacional nos oferece. Muito antes da identificação dos recursos financeiros, o Brasil precisa de foco para otimizar as verbas disponíveis, aproximando a pesquisa da visão estratégica do País. Vamos começar pelo Cerra...

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