História

Como “SUSTENTO da vida” nas ilhas mexicanas às páginas d’A Granja

O milho, que na língua dos indígenas que domesticaram o cereal no Golfo do México, entre 7.300 e 9 mil anos atrás, queria dizer “sustento da vida”, passou a conquistar espaços n’A Granja desde a década de 1950

Leandro Mariani Mittmann
leandro@agranja.com

História

Conforme o milho foi ganhando proporções nas lavouras brasileiras, também foi ganhando espaços nas páginas d'A Granja, que acabou por contar toda a evolução do cereal

Diferentes evidências históricas datam a domesticação do milho em 7.300 anos ou 9 mil anos, conforme conclusões de diferentes instituições ou pesquisadores. Porém, ambas as versões apontam os índios que habitavam pequenas ilhas no Golfo do México como primeiros cultivadores do cereal. Cereal que tem como ancestral o capim teosinto, segundo alguns experimentos comprovaram — desde testes de DNA, comparação de número de cromossomos até a simples iniciativa de fazer os grãos do teosinto estourarem como o milho-pipoca. E das ilhas o cereal passou para o continente, se expandiu para a América Central e, depois, pegou carona nas grandes navegações para se espalhar para o mundo. No Brasil, era cultivado antes mesmo de Pedro Álvares Cabral aportar, e na sequência se constituiu em um alimento relevante aos escravos.

O milho, cujo nome na língua dos indígenas mexicanos significava “sustento da vida”, realmente foi o sustento de várias civilizações importantes por séculos, como Astecas, Mayas, Incas e Olmecas. Na América Central, o clima mostrou-se propício para o seu cultivo, e da mesma forma foi adotado por índios norte-americanos. Assim como na América do Sul, há registros de plantio do milho de 4 mil anos atrás. No Brasil, o cereal integrava...

Para ler a matéria completa faça Login
Caso não seja assinante da Revista A Granja, clique Aqui e Assine Agora!