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PERDAS EM 2017 NAS BOLSAS INTERNACIONAIS E NO BRASIL

Lessandro Carvalho - lessandro@safras.com.br

O ano de 2017, entre altos e baixos, foi de perdas no mercado internacional do café, que se refletiram em cotações mais baixas no Brasil ao produtor. O preço internacional do arábica acumulou queda de mais de 10% até o fechamento do pregão de 20 de dezembro, tomando como base o primeiro contrato negociado na Bolsa de Nova York (ICE Futures). No começo de 2017, o arábica chegou a trocar de mãos a 156,75 cents, repercutindo os temores com o abastecimento e os baixos estoques, como avalia o consultor de Safras & Mercado Gil Barabach. Mas a chegada da safra brasileira 2017/ 18 gerou pressão sobre os preços e afastou o mercado das máximas. Barabach indica que a queda foi se acentuando diante da perspectiva positiva em torno da próxima safra brasileira. Na mínima do ano, o primeiro contrato de café na ICE foi negociado a 113,00 cents. O mercado acabou se recuperando, mas as projeções de que a safra brasileira pode al- O mercado de arroz chegou ao final de 2017 com preços 24% abaixo dos praticados no encerramento de 2016. Na média do RS, a saca em casca era cotada em torno R$ 37,50 no dia 21 de dezembro, cerca de 15% inferior ao custo. “Olhando-se para o comportamento das cotações ao longo de 2017, percebemse alguns movimentos distintos”, destaca o analista de Safras Élcio Bento. O primeiro verifica-se entre fevereiro e abril, período em que a média das cotações saíram de níveis superiores a R$ 50 por saca para um patamar inferior a R$ 39. “Esta retração superior a 20% foi um ajuste normal para um mercado que vinha da maior escassez de oferta verificada na história e passava a receber uma safra cheia do Brasil e dos parceiros do Mercos...

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