AP para MIP

A agricultura de precisão aplicada ao MIP

AP

A AP pode auxiliar em muito na interpretação das informações da amostragem de pragas. A começar, o aumento na quantidade de dados georreferenciados da distribuição de insetos em uma lavoura é o primeiro estágio para saber da variabilidade da infestação

Michel Rudan Isaias Vargas, michel@inceres.com.br, e José Paulo Molin, jpmolin@usp.br, do Laboratório de Agricultura de Precisão da Esalq/USP

Aprodução agrícola, nos mais distintos sistemas de produção, evoluiu muito ao longo dos tempos. Especialmente a partir do último século, com a substituição da agricultura tradicional, embasada na experiência, pela agricultura com a aplicação da ciência. A implementação e a descoberta de novas tecnologias de gestão dos solos, o uso de máquinas agrícolas, o desenvolvimento de insumos, o melhoramento genético e outros, colaboraram para o aumento da eficiência na produção agrícola.

No entanto, mesmo com os benefícios gerados pelos avanços tecnológicos, o setor tende sempre a ser um dos últimos, se não o último, a inovar e incorporar novas tecnologias. Invariavelmente, as técnicas e tecnologias utilizadas no campo são originadas em outros segmentos da economia e são adaptadas para serem testadas no campo, e nem todas vingam. Contudo, a partir da década de 1990, com a proposição de ações em torno de um novo nome, Agricultura de Precisão (AP), a agricultura passou a ter e dar foco a algumas dessas novidades. E no Brasil isso significou um grande salto na produção e disponibilização de equipamentos e tecnologias de caráter mais específico à agricultura.

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