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AP: A IMAGEM CLÁSSICA DA ALTA TECNOLOGIA

Satélite e cabine de um megatrator ou gigante colheitadeira equipada com telas touchscreen repletas de ícones. Essa imagem é comumente utilizada pela mídia em geral para ilustrar a altíssima tecnologia usufruída pelos produtores brasileiros. E, desta vez, a imprensa acertou ao abordar o agronegócio: o lugar comum tem coerência com a verdade. Satélite e telas estampam a tecnologia de ponta do campo, mais especificamente a da agricultura de precisão, a AP, cada vez mais “popular” em nossas lavouras – e tema da reportagem de capa desta edição. Sim, agricultura de precisão é o estado da arte da tecnologia no campo. “A agricultura de precisão está consolidada e o agricultor já entende a importância de utilizar as ferramentas de gestão e as tecnologias precisas para obter ganhos de produtividade e ganhos ambientais”, destaca um dos entrevistados, Daniel Carrara, do Senar.

Tecnologia – e também de ponta – é o assunto de um amplo artigo de adubação sobre o Conceito 4C. Você sabe o que é isso? Significa fonte Certa, na dose Certa, na época Certa e no lugar Certo. Texto rico em informações sobre a condução de um solo e de uma lavoura elaborado por especialistas do International Plant Nutrition Institute (IPNI).

E tem muito mais, como reportagens sobre o momento econômico de três segmentos um tanto coadjuvantes na agricultura brasileira, mas importante para milhares de produtores: cevada, batata e mel. E a edição ainda disponibiliza artigos técnicos que colaboram com quem trabalha no campo, como um texto sobre a adequada manutenção de pulverizadores.

E esta edição ainda marca o passado e o futuro d’A Granja. A revista de setembro de 1967, exatos 50 anos atrás, foi a primeira sob o comando de Hugo Hoffmann (in memorian), que comprou a publicação até hoje sob a administração da família. E neste mês estreia um novo colunista, o paranaense de nascimento e produtor baiano por adoção Walter Horita, que passa a assinar a coluna Palavra de Produtor. Confira na página 20.

Bem vindo Walter. Vida longa à sua Palavra de Produtor, assim como a revista que está em seu 73º ano de existência! Boa leitura!

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