Plantio Direto

NITROGÊNIO no consórcio entre milho e braquiária

Engenheiro agrônomo Silas Maciel de Oliveira, doutorando da Escola superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), José Laércio Favarin, professor doutor da Esalq/USP, e Rodrigo Estevam Munhoz de Almeida, pesquisador da Embrapa Pesca e Aquicultura/ Núcleo de Sistemas Agrícolas

Algumas das maiores dúvidas dos produtores sobre o consórcio entre milho e braquiária é o manejo da adubação nitrogenada: a braquiária compete com o milho pelo nitrogênio (N) do fertilizante? A competição pode afetar a produtividade de grãos? Após a colheita de grãos, a braquiária melhora a ciclagem do N? Na safra e safrinha, as respostas são as mesmas? Para plantio direto e Integração Lavoura- Pecuária (ILP), as respostas são as mesmas?

Plantio

Braquiária do consórcio 140 dias após a colheita de grão (ao centro) e parcelas em pousio (nas laterais), no experimento realizado em Taquarituba/SP, em 2015

Com objetivo de responder aos produtores, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), com o apoio financeiro da Fundação Agrisus, realizou uma pesquisa de campo durante a safra, em Taquarituba/SP, e safrinha, em Maringá/PR. Em nossa pesquisa, rastreamos o destino do N-fertilizante da semeadura ao final da entressafra. As respostas para as perguntas anteriores, e alguns de nossos principais resultados serão apresentados neste texto.

Antes de tudo, por que implantar o consórcio entre milho e braquiária? Em regiões produtoras de grãos do Brasil, a janela curta de semeadura e o final do período chuvoso na entressafra podem tornar inviável a implantação de plantas de cobertura do solo. Nessas áreas, o consórcio entre milho e gramíneas forrageiras (Braquiária e Pa...

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