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A FORTE COMPETITIVIDADE DOS PRODUTOS CHILENOS

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A competitividade dos produtos chilenos, que fazem os argentinos cruzarem a fronteira para compras, está afetando não apenas o varejo. As economias regionais também vêm sentindo perdas pela migração dos consumidores e pela invasão de alimentos com origem no país vizinho. Vinho, uva, maçã, pera, frutas vermelhas, amêndoas, entre outros, começam a ser prejudicados pela importação que chega do Chile favorecida por uma série de fatores: uma maior abertura econômica, custos de produção mais baixos, câmbio favorável e a voracidade exportadora da economia chilena. Sobre o que vem sendo chamado de “A guerra do vinho”, o ministro da Produção de San Juan, Andrés Díaz Cano, assegurou que este ano já ingressaram na região do Cuyo (províncias de San Juan, Mendoza e San Luis) 55 milhões de litros de vinho a granel. Em reunião com o ministro de Agroindústria, Ricardo Buryaile, Díaz Cano solicitou que o freio nas importações planejado pela Casa Rosada contemple vinhos e uvas. Em Río Negro, os produtores de maçã também começaram a sentir os efeitos da concorrência chilena. “Eles têm melhor tecnologia e custos mais baixos”, diz o ministro de Agricultura da província, Alberto Diomedi. “O custo interno encolhe a competência do produto argentino”, acrescenta o dirigente, citando itens como logística, energia, combustíveis e encargos fiscais.


TRIGO

Os moinhos localizados na zona Norte da província de Buenos Aires, principal polo das indústrias de farinha, estão absorvendo neste momento o cereal por preços entre 2.900 e 3.100 pesos a tonelada, ou US$ 171 a US$ 182,8 a tonelada. Isso significa que a diferença de valor entre um trigo básico convencional e um grão de qualidade premium vem ficando em apenas 7%. Esses valores ...

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