Fitossanidade

Reações à BUVA e ao CAPIM-AMARGOSO no Centro-Oeste

Fitossanidade

O manejo das plantas daninhas com herbicidas deve iniciar com as invasoras pequenas, no caso da buva, com altura entre 10 e 15 centímetros

As duas invasoras são uma realidade relevante em danos nas lavouras da região, mas o problema tem diferentes soluções, desde o manejo até o uso de herbicidas, além do controle cultural, como o consórcio milho + capim

Dr. José Fernando Jurca Grigolli, pesquisador em Fitossanidade da Fundação MS, fernando@fundacaoms.org.br

O sistema soja e milho de segunda safra é predominante no Centro- Oeste do Brasil, conferindo praticamente duas safras aos agricultores dessa região. Entretanto, diversos são os desafios no que tange à proteção de plantas nesse contexto agrícola. As plantas daninhas vêm crescendo em importância, e a resistência aos herbicidas acompanha sua expansão no Brasil, principalmente ao glifosato. Duas plantas daninhas, a buva e o capim-amargoso, já estão consolidadas em toda a Região Central, e os desafios para o seu manejo adequado e a redução das perdas causadas pela mato-competição são grandes.

Para esse sistema de cultivo, tudo começa com a adequada dessecação pré-semeadura de soja. A grande missão dos agricultores é entregarem uma área livre de plantas daninhas para a semeadura da cultura. Para tanto, herbicidas como glifosato e 2,4-D são corriqueiramente utilizados para o controle de buva (além de outros disponíveis no mercado), e os herbicidas do grupo químico dos inibidores da enzima ariloxifenoxipropionato (inibidores da ACCase) são muito utilizados para o manejo de capim-amargoso.

O manejo das plantas daninhas com herbicidas deve iniciar com as plantas daninhas pequenas, no caso da b...

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