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Tecnologia PRESERVADA

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As inovações relacionadas ao cultivo e ao manejo nas lavouras progrediram em velocidade surpreendente nos últimos anos. A biotecnologia ocupou rapidamente espaço entre as grandes culturas produzidas no Brasil. Mas os resultados positivos dessas ferramentas, que têm benefícios comprovados e especialmente relacionados à produtividade, também dependem de um manejo correto nas áreas onde são adotadas. São as boas práticas, que além de aumentar a eficiência e prolongar a vida útil das tecnologias, também colaboram para o controle de pragas, doenças e invasoras.

Denise Saueressig
denise@agranja.com

Não é por acaso que o Brasil tornou- -se nos últimos anos um dos maiores fornecedores de alimentos do planeta. Mais do que o incremento na área plantada, as inovações empregadas nas lavouras favoreceram o aumento da produtividade. Pacotes tecnológicos derivados de eventos geneticamente modificados foram incorporados às rotinas de produtores de todo o País e mudaram os métodos de cultivo.

As sementes transgênicas de soja, milho e algodão foram plantadas em 49,1 milhões de hectares na safra 2016/2017. De acordo com informações da consultoria Céleres, o número representa 93,4% da área total das três culturas. Na lavoura de soja, os eventos biotecnológicos ocuparam 96,5% da lavoura, ou 32,7 milhões de hectares. No milho, a taxa de adoção foi de 88,4%, ou 15,7 milhões de hectares. Já no algodão, o índice de uso foi de 78,3% na última safra, o que corresponde a 726 mil hectares.

Essa verdadeira revolução na agricultura trouxe junto desafios. É preciso, cada vez mais, trabalhar para aumentar a eficiência e preservar o efeito das tecnologias. Processo natural resultante da evolução das espécies, os caso...

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