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A CAMPANHA MAIS MILHO

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ALYSSON PAOLINELLI

Sem dúvidas foi um sucesso a campanha Mais Milho, levada aos quatro cantos do País. Uma promoção da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) e de diversas outras entidades ligadas ao setor produtivo que se juntaram ao Ministério da Agricultura e a outras empresas ligadas ao setor. Além do Canal Rural, que emprestou o seu brilho à toda campanha.

Além do sucesso, tem a oportunidade do momento, pois, no ano agrícola anterior, o Brasil, pela frustração da safra, não só teve produção insuficiente como também perdeu vários mercados externos que vinha duramente conquistando. Esse era o quadro que não poderia persistir. O Brasil hoje é sem dúvida a grande alternativa na produção dos grãos necessários a garantir a quantidade de proteínas nobres que o mundo está carente. Estamos falando da soja, que entra com cerca de 30% na ração, e do milho, que contribui com 70% do carboidrato nessa ração que produz as proteínas nobres que o mundo necessita: peixes, ovos, frangos, suínos, leite e seus derivados, além de carne bovina. Já se conhece a relação pela qual a cada 20% de acréscimo na renda familiar dobra-se, consequentemente, o consumo de proteínas nobres. Temos que considerar que, além dessa premissa, o mundo ainda tem hoje a vergonhosa quantia de quase 1 bilhão de pessoas que está se alimentando abaixo dos níveis recomendados pelos organismos internacionais de saúde. Isto é, gente passando fome.

A campanha provou que veio em tempo. Só o Mato Grosso ampliou sua produção do cereal em quase 50%, e o restante do País, em mais de 25%. Isso provocou uma reação que chegou a aumentar para quase 100 milhões de toneladas de milho no ano agrícola 2016/2017.

Não faltaram os pessimis...

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