Plantio Direto

Distribuição de nutrientes e restrição física sob ALGODOEIRO em SPD

Engenheiros agrônomos Eduardo da Silva Matos, doutor em Solos e Nutrição de Plantas, Embrapa Agrossilvipastoril, Fernando Mendes Lamas, doutor em Agronomia, Embrapa Agropecuária Oeste, Leticia Helena Campos de Souza, mestre em Agronomia e doutoranda em Agricultura Tropical, Universidade Federal de Mato Grosso, e Luiz Alberto Staut, mestre em Agronomia, Embrapa Agropecuária Oeste

O solo é o principal responsável pelo suporte ao crescimento e ao pleno desenvolvimento das culturas. Para isso, suas propriedades físicas, químicas e biológicas, devem estar adequadas para o cultivo, sem impedimentos de ordem química e/ou física. Contudo, a exploração do solo, quando efetuada sem levar em consideração o impacto dos manejos a serem utilizados, leva à sua degradação. Os impactos dos sistemas de manejo podem ser minimizados, dando-se prioridade para a implantação ou adequação de sistemas produtivos com bases conservacionista que favoreçam a proteção do solo e a manutenção e/ou melhoria de seus atributos ao longo do tempo.

O uso do sistema plantio direto (SPD) constitui-se em uma das alternativas sustentáveis de exploração agrícola, e, apesar de ser considerado um sistema produtivo complexo, é expressivamente conservacionista, por considerar um conjunto de técnicas de manejo como o mínimo revolvimento do solo, cobertura permanente e rotação de culturas.

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Um dos desafios para a inserção do algodoeiro em SPD refere-se ao seu ciclo longo e colheita nos meses secos que não possibilitam o cultivo de uma planta de cobertura até a próxima cultura comercial

Um dos desafios para a inserção do algodoeiro em SPD refere-se ao seu ciclo longo e colheita nos meses secos que não possibilitam o c...

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