Notícias da Argentina

 

EXPECTATIVA DE COLHEITA RECORDE

A Argentina deverá colher uma safra recorde no atual ciclo agrícola. A expectativa é de que a produção fique em torno dos 120 milhões de toneladas. Os destaques dessa temporada são a ampliação da área plantada com trigo e milho, e a redução da superfície cultivada com soja. Segundo a consultoria Oil World, a colheita da oleaginosa no país será de 54 milhões de toneladas, 2,35% inferior ao ciclo passado. Se o número se confirmar, será a menor safra de soja dos últimos três anos. Entre as causas do recuo estão os danos provocados por ocorrências climáticas como as inundações no mês de janeiro, e a manutenção dos impostos de exportação em 30%. A Bolsa de Comércio de Rosário estima a produção total de grãos em 119,7 milhões de toneladas, já considerando um corte de 5,2 milhões de toneladas da previsão inicial.

O ministro da Agroindústria, Ricardo Buryaile, anunciou que a colheita de trigo encerrou em 18,3 milhões de toneladas. Já a Bolsa de Cereais de Buenos Aires indica uma produção de 37 milhões de toneladas de milho, com incremento de 27% na área cultivada e de 23% na colheita. O aumento na safra é menor do que a alta na área porque houve perdas resultantes de problemas climáticos durante o plantio. O presidente da Sociedade Rural Argentina, Luis Miguel Etchevehere, comemora o aumento da produção e considera que, a partir de agora, é importante trabalhar as questões comerciais, abrindo novos mercados e estabelecendo acordos. “Precisamos batalhar pela nossa competitividade, porque temos produtos de altíssima qualidade”, destaca.

EXPECTATIVA DE COLHEITA RECORDE

A Argentina deverá colher uma safra recorde no atual ciclo agrícola. A expectativa é de que a produção fique em torno dos 120 milhões de toneladas. Os destaques dessa temporada são a ampliação da área plantada com trigo e milho, e a redução da superfície cultivada com soja. Segundo a consultoria Oil World, a colheita da oleaginosa no país será de 54 milhões de toneladas, 2,35% inferior ao ciclo passado. Se o número se confirmar, será a menor safra de soja dos últimos três anos. Entre as causas do recuo estão os danos provocados por ocorrências climáticas como as inundações no mês de janeiro, e a manutenção dos impostos de exportação em 30%. A Bolsa de Comércio de Rosário estima a produção total de grãos em 119,7 milhões de toneladas, já considerando um corte de 5,2 milhões de toneladas da previsão inicial. O ministro da Agroindústria, Ricardo Buryaile, anunciou que a colheita de trigo encerrou em 18,3 milhões de toneladas. Já a Bolsa de Cereais de Buenos Aires indica uma produção de 37 milhões de toneladas de milho, com incremento de 27% na área cultivada e de 23% na colheita. O aumento na safra é menor do que a alta na área porque houve perdas resultantes de problemas climáticos durante o plantio. O presidente da Sociedade Rural Argentina, Luis Miguel Etchevehere, comemora o aumento da produção e considera que, a partir de agora, é importante trabalhar as questões comerciais, abrindo novos mercados e estabelecendo acordos. “Precisamos batalhar pela nossa competitividade, porque temos produtos de altíssima qualidade”, destaca.


TRIGO

A colheita do cereal alcançou o recorde de 18,3 milhões de toneladas em uma área plantada de 5,7 milhões de hectares, o que implica em um incremento de 45% na superfície e de 62% na safra. Para o governo, o desempenho é um forte indicativo de que os produtores do país vêm respondendo às mudanças políticas adotadas nos últimos meses.

SOJA

Em março houve alerta nos campos de Buenos Aires, Santa Fé e Córdoba devido às grandes precipitações, que em alguns locais superaram os 100 mm. Diante da colheita, a preocupação é quanto à sanidade das plantas e às condições do solo. No mercado, o temor é a queda nos preços devido à grande oferta global.

LEITE

A SanCor, maior cooperativa láctea da Argentina, passa pela pior crise da sua história, e os seus dirigentes decidiram vender uma parte da empresa. A Comissão Leiteira da Federação Agrária Argentina (FAA) reivindica assistência urgente para salvar a atividade dos produtores de leite ligados à cooperativa.

CARNE

A alta nos preços do gado em pé e a valorização da moeda local incrementaram as cotações em dólares do novilho, que hoje estão em torno de US$ 1,94 o quilo. Com o consumo interno ajustado, os volumes excedentes são destinados à exportação.


MERCADO FUTURO EM ALTA

Com uma safra estimada em 120 milhões de toneladas, os agora mercados unificados de Buenos Aires e de Rosário acreditam que o volume de negócios nas operações futuras poderão facilmente superar os 50 milhões de toneladas em 2018. Até hoje, o recorde de operações com negócios futuros envolvendo grãos ocorreu em 2012, com 44,5 milhões de toneladas negociadas. No ano passado, o volume chegou a 32,6 milhões de toneladas nos dois mercados. A partir de agora, com as novas políticas agrícolas e com a unificação das operações, a aposta é crescer anualmente entre 20% e 25% nesses contratos.