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COOPERATIVISMO: UM BRASIL QUE DÁ CERTO

Muito oportuna a abordagem d’A Granja sobre o cooperativismo (edição especial de janeiro). Realmente, esse sistema deu muito certo na agricultura brasileira. Fica até difícil imaginar a agricultura do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul sem o cooperativismo. O êxodo rural já teria tomado dimensões estratosféricas, e cidades que hoje são potências em PIB nem existiriam mais. Eu sou um fã de carteirinha do cooperativismo.

Gélson de Souto Maringá/PR

COOPERATIVISMO: UM BRASIL QUE DÁ CERTO II

Enquanto a economia brasileira degringola, com o PIB encolhendo 3%, 4% ao ano, as cooperativas estão apresentando ao Brasil aumentos absurdos de receita. A Coamo, por exemplo, superou pela primeira vez os R$ 10 bilhões em faturamento. Quantas empresas, incluindo as multinacionais, obtiveram tal desempenho em 2015? Não fica difícil imaginar porque isso ocorre. Na minha opinião, é a soma de agricultores trabalhadores e eficientes com funcionários e líderes cooperativistas comprometidos com a causa. Parabéns a todos os que militam o cooperativismo neste País de tamanhas dificuldades.

Laércio Blotta Nova Andradina/MS

O MERCADO É QUEM MANDA

Marcelo Coelho - Andradas/MG

Gostei da maneira objetiva como o sr. Fernando Muraro Jr. (na foto, o entrevistado na seção O Segredo de Quem Faz de dezembro) descreveu o cenário do agronegócio em 2016. Ao mesmo tempo, fiquei preocupado, pois ele deixou claro que o agronegócio é um refém da economia como um todo, aliás, não apenas da economia brasileira, mas da economia global. Ou seja, exemplificou ele, se aumentar os juros lá nos Estados Unidos, nós que produzimos aqui sentiremos os efeitos. É um risco, uma pena, mas são tempos de globalização.