Angus lidera nova revolução de pecuária de corte

A pecuária brasileira vive a terceira grande revolução do cruzamento industrial. Depois de idas e vindas que marcaram ensaios de acasalamentos entre taurinos e zebuínos no final dos anos 1990 e de sua consolidação na última década, o movimento chega a um novo e gigantesco desafio: utilizar as fêmeas F1 (Angus x Nelore) geradas exatamente desse processo para dar origem a uma nova geração de bovinos hiperprecoces. O conceito, explica o gerente do Programa Carne Angus Certificada, Fábio Medeiros, é que uma nova onda começou na pecuária nacional, repleta de desafios e possibilidades, como todo processo inovador. O assunto será tema de seminário promovido pela Associação Brasileira de Angus durante a Expointer 2018, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio/RS.
O chamado Cruzamento 3.0 está alicerçado no aproveitamento do potencial genético de ventres F1 Angus para produção de carne de qualidade e, mais do que isso, de bezerros superiores. A ideia é desfrutar ao máximo da velocidade que as fêmeas F1 Angus podem trazer ao processo para obter uma ou duas crias e, na sequência, abater os ventres ainda em idade tenra, garantindo inclusão da carcaça na tabela de bonificação do Programa Carne Angus Certificada. “Essa nova fase não representa uma disrupção, mas sim uma alternativa tecnológica exclusiva para os sistemas de produção mais profissionais”, ressalta Medeiros. Leia a íntegra na "Matéria de Capa", edição de agosto da AG.

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Data: 10/08/2018
Fonte: Revista AG

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