Ademar Leal, presidente da Asbram, fala sobre a venda de suplementos

O setor de suplementos minerais acompanha os investimentos dos novos pecuaristas em genética e gestão. Para tratar minuciosamente deste mercado, ouvimos Ademar Leal, o novo presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Suplementação Mineral (Asbram).
Segundo Leal, a nutrição não só acompanhou os mercados de sanidade e genética como, provavelmente, puxou a fila da tecnologia no manejo utilizado nos rebanhos bovinos. Tivemos uma modernização fortíssima no mercado de nutrição animal nos últimos 15 anos, com o advento dos produtos proteinados e o surgimento de confinamentos cada vez mais tecnificados, com maior produção de desempenho e preço da arroba cada vez mais competitivo.
"A Asbram não possui um número exato das fazendas que forneçam suplementos minerais aos seus rebanhos. O cálculo que nós fazemos é que apenas 70 milhões de cabeças no Brasil são suplementados corretamente. Ou seja, o total de produtos fornecidos por toda a cadeia produtiva brasileira é suficiente para suplementar adequadamente todas elas, mas isso não significa que outras 120 ou 130 milhões de cabeças que não consumam nada. O que acontece, e esse sim é o maior problema no mercado de suplementação animal, é a questão da subdosagem", revela o presidente da Asbram. Leia mais na "Entrevista do Mês", edição de julho da AG.

Data: 07/07/2018
Fonte: Revista AG

Últimas notícias