Transporte de gado requer plano de contingência

O transporte de animais é uma atividade importante na cadeia produtiva da carne. Milhares de animais são transportados todos os dias no Brasil, sendo o principal destino os abatedouros. Dadas as características geográficas e de infraestrutura, os transportes rodoviário e hidroviário são desafiadores, pois a carga é exposta a situações que fogem do controle, proporcionando acidentes em qualquer ponto do deslocamento. A rede de estradas brasileiras tem mais de 1,72 milhão de quilômetros. De acordo com a Confederação Nacional de Transportes (CNT 2017), apenas 12,2% das estradas asfaltadas estão em boas condições, 48,3% dos trechos avaliados têm problemas no pavimento, 51,7% das vias apresentam deficiência na sinalização, 77,9% dos trechos têm falhas na geometria e 58,2% das rodovias, avaliadas na Pesquisa CNT de Rodovias 20161, apresentam algum tipo de problema no estado geral. Porém, não é só em rodovias que os problemas acontecem. O País dispõe de 42 mil quilômetros de hidrovias navegáveis, com muitas embarcações sucateadas e fiscalização deficitária, já que esses números mostram a amplitude da nossa malha rodoviária e hidroviária. Diante disso, será que estamos preparados para transportar e exportar animais vivos?
O plano de contingência para acidentes com transporte animal necessita estar em pauta no setor, pois estamos cercados de leis frágeis e grandes acidentes.
Primeiramente, o significado da palavra contingência é uma eventualidade, um acaso, um acontecimento que tem como fundamento a incerteza do que pode ou não acontecer. Saiba tudo na "Escolha do Leitor", edição de abril

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Data: 20/04/2018
Fonte: Revista AG

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