Números e fenótipo como critério de seleção? Equilíbrio por filosofia e conceito

Amigos da lida, com as águas de março fechando o verão, seguimos firmes no campo e também na frente do computador desenvolvendo tecnologias simples na aplicação e que sejam eficientes nos resultados.
No âmbito político, o STF (Supremo Tribunal Federal) nos decepciona mais uma vez, com todo aquele juridiquês pra justificar o injustificável, e, com isso, somos motivos de chacota em jornais estrangeiros.
Um deles, francês, mostrou na capa o ex-presidente da república “bolinando” com a figura feminina que simboliza a justiça - uma vergonha! Mas como podemos sair da arquibancada e mostrar nossa indignação com relação à maneira descabida que a justiça privilegia alguns? Não tenho a resposta, mas é bom pensarmos e agirmos, se realmente quisermos moralizar e mudar este país.
Voltando a pauta da coluna deste mês, a equipe da BrasilcomZ, empresa de consultoria na qual lidero um time de zootecnistas, tem se dedicado ao aprimoramento de provas intrarrebanho (avaliações nas fazendas para serem utilizadas como critério de seleção). A essência das provas que desenvolvemos busca a sinergia entre ciência e prática de campo. Partimos do conceito de ponderar avaliações morfológicas (fenótipo) e avaliações genéticas, considerando que a performance do indivíduo no sistema de produção praticado na fazenda é reflexo do sucesso de seu genótipo (conjunto de genes) no respectivo ambiente.
Neste contexto, para o tema avaliações genéticas utilizamos como parâmetro os índices de seleção procedentes dos programas de melhoramento credenciados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), tais como iABCZ – PMGZ, MGTe – ANCP, IQG – Geneplus, Aliança, Paint, Qualitas – por exemplo.
Quanto ao fenótipo, partimos de grupos de manejo definidos (animais que tiveram as mesmas oportunidades de ambiente, também conhecido popularmente como grupo de contemporâneos) e do padrão de qualidade para coleta de dados. O índice estudado contempla o olho humano treinado pela metodologia EPMURAS® como diferencial, aliado a peso e perímetro escrotal, ajustados para idade média das provas.

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Data: 13/04/2018
Fonte: Revista AG

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