Pecuarista Carmen Perez fala sobre os desafios do setor na AG

Ao herdar um dos retiros de uma fazenda, que veio a se tornar a Agropecuária Orvalho das Flores, Carmen Martins Perez começou seu real desafio na pecuária. À frente do Núcleo Feminino do Agronegócio, ela fala sobre mercado e alguns projetos que estão dando o que falar. "Será um ano desafiador, a gente não sabe o que vai acontecer em relação às eleições e passamos por muitas transformações nos últimos três anos. É um momento de insegurança para muitos setores da economia, não só para a pecuária. Tudo poderá mudar para melhor ou para pior. Claro que o produtor rural sempre trabalhou sem pensar em política e continua assim, mas essas coisas influenciam demais. Não acredito que será tão ruim, todavia, expectativa sólida só para 2019".
Segundo a criadora, os principais gargalos no sistema de cria são os índices produtivos. "Os índices de prenhez, mortalidade, taxa de desmama e custo de produção são as métricas que vão fazer a diferença no negócio porque muitas vezes a gente gasta muito, mas de forma errada. Pelo fato de o mercado de bezerro sempre ter as fases de alta e baixa, essas informações precisam ser confiáveis e estar muito claras para podermos estipular metas. Nossa última safra não foi boa porque viemos de dois anos muito quentes e com pouca chuva. Também pesou o fato de plantarmos seringueira, para onde destinei boa parte dos investimentos. Parei de reformar pasto, fiz pouca manutenção da propriedade. Então, hoje, reformulamos todo nosso projeto. Vamos reformar quase 900 hectares de pastagem e este será o primeiro ano em que produziremos silagem. Estamos levantando a média de produtividade dos últimos seis anos a fim de estabelecer, a partir de abril, uma nova meta de crescimento". Leia a íntegra na "Entrevista do Mês".

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Data: 09/03/2018
Fonte: Revista AG

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