Heterose volta à cena. Só que desta vez a vaca Nelore ganha a companhia da F1

Hoje, o cruzamento industrial faz parte da realidade da pecuária brasileira, com as raças britânicas vivendo um verdadeiro apogeu. Quem diria que uma bezerra meio-sangue superaria R$ 2.000,00.
Impressiona ainda mais a F1 ser utilizada como matriz. Há 27 anos nem se sabia o que fazer com ela, durante o primeiro demérito da técnica. A tentativa frustrada esbarrou no desconhecimento técnico.
Reprodutores taurinos eram desafiados a cobrir vacada nas duras condições do Brasil Central. Para um touro Nelore, rústico por natureza, seria brincadeira de criança, apesar de que sombra e água fresca nunca fizeram mal a ninguém.
Talvez com algum preparo especial como a construção de retiros fosse até possível. Sem considerar o fator adaptabilidade, o criador passou a testar sem sucesso uma miscelânea de raças.
Algumas foram punidas de forma severa, a exemplo do Limousin. O europeu reinava absoluto. Nos dias atuais, contabiliza apenas 3.000 matrizes PO e PC. De lá para cá passou a fazer uma forte pressão de seleção para características de adaptabilidade.
O Limousin sumia e o Angus assumia o trono. Também surgiram taurinos adaptados e sintéticos desempenhando de forma satisfatória nos pastos brasileiros. E aos poucos, o movimento reerguia, quando um novo golpe fora acusado no início dos anos 2000. Leia a íntegra no Especial Cruzamento Industrial da AG.

Data: 06/10/2017
Fonte: Revista AG

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