Mercado: os possíveis cenários do Grupo JBS

O ano de 2017 tem sido desafiador para o pecuarista. Primeiro, a Operação Carne Fraca colocou em xeque a credibilidade da carne bovina entre os importadores e logo em seguida a delação premiada dos irmãos Wesley e Joesley Batista provocaram o derretimento da cotação do boi gordo, de algo em torno de R$ 150,00 para R$ 124,00, considerando apenas São Paulo.
O Grupo JF, controlador do frigorífico, é investigado em quatro linhas diferentes, sem a perspectiva de que escape ileso em nenhuma delas. Como reflexo do escândalo, a alta cúpula da companhia desfaz-se de ativos importantes, de modo a fazer caixa. Fato é que ninguém arrisca previsões mais sólidas sobre o futuro da indústria frigorífica no Brasil.
Por outro lado, a Revista AG apurou junto a analistas e consultores que o frigorífico não fecha as portas. “De uma hora para outra, o JBS passou a operar somente com 10% da capacidade. Tomou o solavanco, mas desaparecer é difícil. E mesmo que acontecesse, não seria do dia para noite”, alerta Sérgio De Zen, pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/USP).
Leia a íntegra na seção "Mercado", edição de agosto da AG. Produtor, esteja preparado para qualquer cenário por meio da entrevista do mês com Antônio Chaker.

Data: 10/08/2017
Fonte: Revista AG

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