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Viva a intensificação da pecuária!

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pela primeira vez, desde que o Censo Agropecuário é realizado no País, a área de pastagens no Brasil diminuiu. Como, pelos mesmos dados do Censo Agropecuário de 2017, o número de cabeças bovinas aumentou, tivemos uma intensificação na pecuária brasileira como um todo, ou seja, um maior número de cabeças por hectare. Essa é uma excelente notícia! O pecuarista está produzindo mais em menos área, ou seja, de forma muito mais sustentável. Parabéns!

A questão do embarque de animais vivos no País parece ter chegado a um bom termo para os produtores. Um parecer da Procuradoria-Geral da República foi emitido no sentido de apoiar o transporte e as exportações de animais vivos. Nada mais justo! Esse posicionamento vem ao encontro das demandas do setor produtivo e nada mais é do que a confirmação do esforço no sentido do aumento das exportações brasileiras da carne vermelha.

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Como se verá adiante, o preço pago pela arroba do boi gordo está subindo, uma boa notícia para o produtor. No entanto, não basta produzir mais e com mais qualidade. É necessário que o pecuarista atente para os seus custos de produção. Um dos fatores que afeta sobremaneira essa questão é o clima. Falta de chuva é sinônimo de pasto seco, mas não significa perda de peso. Pelo menos não para aqueles que se prepararam para isso.

Segundo a Associação Brasileira de Frigoríficos, o volume exportado de carne bovina em junho, tanto in natura como processada, foi 47% menor em volume e 37% menor em receita, registrando a terceira baixa mensal consecutiva.

O quadro Boi Gordo no Mundo mostra os valores em dólares norte-americanos da arroba do boi gordo nos quatro principais países exportadores de carne bovi...

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