Falou

PRÓXIMO DO PRODUTOR

O gerente Regional Agro do Banco Santander nos estados de MS/MT/RO, Ricardo Molina, apresenta os investimentos em prol do agronegócio brasileiro

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“Sob o comando de Carlos Aguiar, diretor de Agronegócios, o Santander contratou mais de 50 agrônomos, reduziu pela metade o tempo para liberar créditos”

Revista AG – Quando e por que o Banco Santander decidiu investir no agronegócio brasileiro?

Ricardo Molina – O Santander sempre soube da força do agro – que é responsável por cerca de 25% do PIB, movimentando mais de R$ 1 trilhão por ano – e, por isso, sempre se dedicou ao setor, e as aquisições do banco no País – Banespa (2000), Meridional (2000) e Real (2007) – reforçaram a posição do Santander no segmento. Mas, desde 2015, quando Sérgio Rial chegou, o Santander colocou o agronegócio como um de seus pilares de crescimento, e, em 2016, deu início a uma série de ações para reforçar a presença da instituição no setor. Sob o comando de Carlos Aguiar, diretor de Agronegócios, o Santander contratou mais de 50 agrônomos, reduziu pela metade o tempo para liberar créditos, transformou mais de 150 agências em vocacionadas ao agronegócio, e já abrimos 16 lojas totalmente direcionadas ao atendimento ao agro em cidades onde o banco não estava presente (em 2018, serão mais seis), que são praças relevantes para o PIB do agronegócio. Tudo para ficar mais próximo ao produtor rural e atendê-lo melhor em suas necessidades, além de buscar ser o banco do agronegócio brasileiro.

Revista AG – Quais são os valores, as taxas e os prazos para pagar?

Molina – A carteira de crédito ampliada (que considera Recursos Obrigatórios e Livres, BNDES, Funcafé e os títulos CPR e CDCA) d...

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