Santo Capim

Análise de composição química da forragem de plantas forrageiras exploradas sob pastejo

Santo

Adilson de Paula Almeida Aguiar é zootecnista, investidor nas atividades de pecuária de corte e leite, professor de Forragicultura e Nutrição Animal e Consultor Associado da Consupec - Consultoria e Planejamento Pecuário Ltda

Dando continuidade ao artigo publicado na edição anterior sobre o conteúdo do título do próprio artigo em questão, nesta edição, será abordada a sequência de procedimentos após a amostragem da forragem em campo.

3º) O procedimento pós-campo: misturar bem as amostras simples e retirar uma amostra composta de 500 g (se na propriedade houver balança de precisão, o peso da amostra pode ser muito menor). Se possível, levar a amostra ao laboratório até 24 horas após a coleta. A mesma poderá ser levada in natura, ou seja, como coletada. Se o prazo for superior a 24 horas, a amostra deverá ser conservada em temperatura entre -5 °C a -10 °C e depois ser transportada assim. Caso contrário, a amostra deverá ser desidratada – mas não totalmente – para evitar reações indesejáveis, tais como a Reação de Maillard.

4º) O procedimento para acondicionar e enviar as amostras ao laboratório: embalar em saco de papel (de preferência) ou de plástico, identificando da seguinte forma: a) Propriedade; b) Proprietário; c) Município; d) Data da coleta; e) Nome de quem coletou; f) Tipo de alimento: forragem colhida em pastagem; g) Local da coleta (retiro da fazenda, número ou nome do módulo de pastoreio e do piquete); h) Tipo de forrageira (espécie, variedade ou cultivar); e i) Tipo de análise solicitada.

5º) Frequência de amostragem: uma vez a coleta estando padronizada, o ideal é fazer coletas mensais por, pelo menos, um ano até que se tenha um banco de dados ...

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