Mercado

Mais problemas, desta vez com a greve

A economia no Brasil sofreu um duro golpe com a greve dos caminhoneiros. Embora a reivindicação da categoria seja justa em vários pontos, a paralização claramente prejudicou, e muito, o setor produtivo brasileiro como um todo e, particularmente, o agronegócio. Esse segmento lida com seres vivos, tanto animais como vegetais, produtos que não podem atrasar para chegarem ao seu destino. Quantos litros de leite foram jogados fora? Quantas toneladas de alimento foram perdidas?

Na pecuária de corte, o prejuízo foi sentido na impossibilidade de se tirar os animais prontos para o abate das fazendas, que precisaram permanecer nos pastos à espera de transporte. Esse fato afetou toda a cadeia da pecuária de corte e foi muito prejudicial aos frigoríficos, que tiveram de paralisar suas atividades durante vários dias. Aos poucos, no entanto, a produção voltou ao normal e a força do setor ficou evidente. Mais uma vez, fatores externos atuam sobre a produção de carne de forma prejudicial e os pecuaristas mostram que o setor vem amadurecendo cada vez mais.

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O Brasil continua exportando parte significativa da sua produção de carne bovina. A busca por novos mercados se faz necessária; assim, problemas políticos, sanitários, de abastecimento ou de qualidade não podem ser empecilhos, como já vem sendo escrito aqui nos últimos meses.

O quadro a seguir, Boi Gordo no Mundo, apresenta o valor em dólares americanos da arroba do boi gordo nos quatro principais países exportadores de carne bovina, no período entre 16/05 e 15/06/2018.

Evolução do preço da arroba do boi dordo por UF - 16/05 a 15/06/2018

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