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Boas notícias, mas todo o cuidado é pouco

A pecuária brasileira teve pelo menos dois bons motivos para comemoração no mês de maio: a notícia de que a Rússia reabrirá o seu mercado às carnes brasileiras e o fato de que o Brasil finalmente se vê livre da febre aftosa, ainda com vacinação, certificada pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). São notícias alvissareiras, que corroboram com a seriedade do setor e com a produção de uma carne limpa, barata e de qualidade. No entanto, não são motivos para baixar a guarda; pelo contrário, devemos estar cada vez mais alertas com os percalços no caminho da produção sustentável dos produtos de origem animal.

O Brasil se tornou o mais importante produtor e exportador de carne bovina no mundo, já há algum tempo. Isso é o resultado de muito trabalho de produtores, pesquisadores e técnicos do setor, aliado a um alto investimento em tecnologia. Esse aumento de produtividade e qualidade do nosso produto não pode ser perdido por problemas sanitários ou políticos

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Nos primeiros quatro meses do ano de 2018 houve um aumento de 20% no volume de carne vermelha exportada pelo Brasil, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O país que mais comprou carne do Brasil foi a China, seguida do Chile e Egito, que aumentaram as suas compras. Na contramão desse cenário, Irã, Estados Unidos, Arábia Saudita e Itália reduziram suas importações do Brasil.

Evolução do preço da arroba do boi gordo por UF - 16/04/2018 a 15/05/2018

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No entanto, segundo a Associação Brasi...

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