Santo Capim

MANEJANDO O PASTEJO (Parte 3)

Santo

Dando sequência à série de artigos da coluna “Santo Capim”, nesta edição abordo o tema “manejando o pastejo” e as respostas de plantas forrageiras e de animais em pastagens manejadas pelo método de pastoreio1 e 1.1 e de lotação intermitente2, cuja modalidade mais comum é o pastejo de lotação rotacionada.

Em experimentos, foram definidas duas condições de referência para a utilização dos pastos: a) duas ou três de pré-pastejo (antes de os animais entrarem no piquete), de 90, 95 e de 100% de interceptação luminosa (IL), comparadas com períodos fixos de descanso de 21, 27 e 28 dias, dependendo da espécie forrageira e do experimento em questão; b) outra de pós-pastejo (após a retirada dos animais do piquete), com duas alturas: uma menor, buscando uma condição de maior pressão de pastejo, e um pastejo mais eficiente, com uma maior altura, buscando uma condição de menor pressão de pastejo e, portanto, um pastejo menos eficiente.

Por falta de espaço e pelos propósitos desta série de artigos sobre pastagens, será apresentado apenas um resumo de resultados de pesquisas nessa linha.

2 - Respostas de plantas forrageiras em pastejo de lotação intermitente:

Os resultados revelaram um padrão dinâmico de acúmulo de forragem no qual a rebrota teve início imediatamente após o pastejo por meio de acúmulo de folhas e a partir de 95% de IL o processo sofreu mudança, passando de uma redução de acúmulo de folhas e aumento acentuado no de hastes (caules) e material senescente3. O processo de florescimento, indesejável em sistemas de pastejo, foi efetivamente controlado através da associação entre o resíduo mais baixo e o pastejo mais frequente (95% de IL). As perdas de forragem por tombamento ou na touceira da planta são menores, o que levou a ...

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