A Voz do Criador

Nova meta

Anteriormente, a pecuária brasileira trabalhava apenas com a estatística de 1 UA/ha (1 unidade animal por hectare). Seria o equivalente um animal de 500 kg. Entretanto, com o advento dos mecanismos de gestão, tal métrica vem caindo em desuso. Isso porque se percebeu que considera apenas a lotação de pastagem.

Por esse motivo, as novas consultorias passaram a adotar uma fórmula que entregasse a rentabilidade do produtor por hectare. Afinal, é mais importante saber quanto aquela mesma UA vai entregar em arrobas. Posto isso, uma propriedade, um pouco “acima” da média, segundo os padrões atuais, produziria 20@/ha/ano. Pagaria os custos e geraria certo retorno.

Em reais, seria um valor que superaria, de longe, os R$ 500 por hectare que, hoje, classificariam uma propriedade como “eficiente”. Analisando os números, ainda é pouco para o potencial produtivo existente e que o mercado atual, mais competitivo, exige. Se você quer superar esse resultado, não deixe de conferir a “Matéria de Capa” que preparamos.

Além de produtividade, qualidade de carne bovina é um item essencial atualmente, pois o consumidor, em geral (não apenas o tal do “A” e do “B”), deseja um produto melhor. O interessante é que quando o boi é de primeira, não existe carne de segunda. É o que vamos mostrar na nossa “Entrevista do Mês” com Marcelo Conceição, mais conhecido por Marcelo Bolinha.

Ele mostra “com quantos cortes se faz um entrecot”, entre diversos outros detalhes que passam despercebidos no dia a dia. Imperdível, também, está nosso ranking Top 100 – Os maiores vendedores de touros do Brasil. Nesta edição de junho, trazemos para o leitor os topes 40 de touros europeus, sintéticos e adaptados.

Junto da genética, sempre está a nutrição de qualidade, então, veja, em “O Confinador”, dicas importantes sobre a dieta sem volumoso. Apesar do milho mais caro, há outros ganhos econômicos envolvidos capazes de amortizar os gastos. Já em “Leite”, apresentamos um bom exemplo de integração lavoura-pecuária-floresta no bioma amazônico.

Por fim, em “Caprinovinocultura”, é chegada a hora de se municiar de softwares de gestão para otimizar o gerenciamento da cabanha. Eles são uma forma de identificar os pontos fortes e falhos em cada operação. A Revista AG também cobriu a etapa da Intercorte no Pará, para trazer ótimas informações de como anda a pecuária por lá, vista por muitos como a nova Eldorado.

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Boa leitura!