Sobrevoando

Cuartetera

Toninho Carancho
carancho@revistaag.com.br

Esses dias um amigo meu me disse para olhar um vídeo do programa “60 minutes”, que passa na rede CBS nos Estados Unidos. E quando deu tempo, eu fui dar uma olhada e caí pra trás.

A entrevista trata de um tema que não me é muito familiar, apesar de ter alguns amigos e parentes que praticam aquele esporte, o polo.

O nome no título, Cuartetera, parece um pouco estranho, mas é o nome de uma égua de polo considerada a melhor do mundo, e o seu dono e ginete se chama Adolfo Cambiaso, que é o Pelé desse esporte, sendo considerado o melhor do mundo na atualidade, e já por uns 20 anos. Ele é o cara e ela é a cara. Ambos são argentinos, mas fazer o quê.

Pois bem, apesar de os dois serem os dois melhores do mundo, para se jogar uma partida de polo precisa de um time e de vários cavalos por cavaleiro. Então, uma Cuartetera só não é o suficiente para formar uma equipe campeã.

Então, o nosso grande Cambiaso pensou que, há um tempo atrás, quando teve a pata de outro cavalo seu quebrada em uma final do campeonato mundial, ao não conseguir salvá-lo, coletaria uma amostra do seu pelo, para que, no futuro (isso aconteceu há algum tempo atrás), pudesse, talvez, conseguir clonar o cavalo e tê-lo de volta, de alguma forma.

E assim ele fez, com a ajuda de um geneticista americano e outro argentino. A Associação de Criadores de Polo permite a clonagem, diferente de outras entidades que não permitem. Assim, depois de algumas tentativas frustradas, nasceu um potro clone deste cavalo, que andou muito bem.

Após esse sucesso, Cambiaso teve a ideia de clonar a sua égua preferida, que ainda vivia, mas estava ficando madura e terminando a sua vida de jogos.

Já com a técnica de clonagem mais avançada, foi reproduzindo a Cuartetera e hoje tem 14 clones delas. Cuarteteira 2, Cuartetera 3, Cuartetera 4... um time mais do que complet...

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