Falou

Central Leilões completa 20 anos

Em comemoração ao aniversário, o diretor da leiloeira, Lourenço Campo, fala sobre a consolidação da marca

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“Fechando o balanço de janeiro, fevereiro e março, nós estamos com 30% a mais de faturamento em relação ao mesmo período de 2017”

Revista AG – Em um mercado tão concorrido como é o de leilões, quais têm sido as estratégias da leiloeira para consolidar a marca durante esses 20 anos?

Lourenço Campo – Acredito que as empresas prestadoras de serviços, cada vez mais, precisam se especializar. Não existe mais leiloeira que faça leilão de tudo. Aquelas que vão se especializando se consolidam no mercado. A nossa empresa buscou se especializar na comercialização de animais com bom valor genético e origem; tanto com o gado de corte, quanto, e principalmente, com os reprodutores e as matrizes que vendemos. Um segundo ponto importante, para ser líder e se manter, é estar sempre inovando. Todos os anos projetos novos são lançados e desenvolvidos para fortalecer esse nosso propósito. Por exemplo, e adiantando aos leitores da AG, este ano, vamos lançar uma plataforma digital muito interessante, que vem ao encontro do anseio de muitos criadores e profissionais que se utilizam dos nossos leilões para fazer negócios.

Revista AG – Qual o market share da empresa e quais são os maiores mercados da leiloeira atualmente?

Lourenço Campo – Em 2017, realizamos negócios em praticamente todos os estados do País. Dimensionar o percentual de uma leiloeira no mercado é difícil, porque o leilão ainda vive da participação de muitas empresas regionais. E não há uma estatística disso. Mas no caso específico da venda de reprodutores, nós trabalhamos...

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