Genética

Crescem vendas de sêmen e de protocolos de IATF

Depois de um primeiro semestre agonizante para a pecuária de corte, mercado de genética fecha 2017 no azul

Mesmo com os problemas enfrentados pelo setor pecuário no ano passado, o mercado de genética bovina conseguiu fechar 2017 com um crescimento de 5,5% no volume de doses de sêmen comercializadas.

De acordo com a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), foram vendidas 13.768.044 doses contra 13.055.443, em 2016. Os números fazem parte do Index Asbia 2017, relatório anual da entidade.

Desse total, chamam a atenção 1.291.620 produzidas pelas centrais de prestação de serviço (PS), que comemoram um crescimento de 24,5% em relação a 2016.

Para o presidente da Asbia, Sérgio Saud, esse é um resultado animador, principalmente porque, em 2017, a pecuária enfrentou queda no preço pago ao produtor, no leite, e as consequências da Operação Carne Fraca, no corte.

Genética

“Tivemos dois cenários bem distintos, com um primeiro semestre muito bom para as raças leiteiras e um segundo semestre de forte recuperação para as raças de corte. Isso garantiu um crescimento anual nos dois segmentos, sendo de 9,8% no leite e 0,6% no corte, chegando a 3,5% no geral”, explica Saud.

Mercado interno

A recuperação do preço da arroba no segundo semestre permitiu aos produtores rurais a retomada dos investimentos em genética. Com isso, a queda de 3,4% registrada no primeiro semestre foi revertida.

As raças de corte venderam juntas 8.071.287 doses de sêmen, lideradas pelas raças Nelore e Angus. O executivo também destaca um bom desempenho do Brangus, tanto na variedade preta quanto na vermelha.

Entre os estados que mais utilizaram a inseminação artificial (IA) no rebanho d...

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