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IV Encontro de Confinamento Premix revela tendências do setor*

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A companhia celebrou seus 40 anos de fundação em grande estilo na cidade do Rio de Janeiro, no hotel Grand Hyatt, nos dias 26 a 28 de fevereiro. Foram três dias intensos, palestras, debates sobre o setor de confinamento, técnicas de manejo do rebanho, alimentação e projeções de mercado para 2018. Segundo Rodrigo Albuquerque, consultor em análise de mercado e gestão de risco em pecuária, o mercado de confinamento deve fechar 2018 com o cenário mais favorável, com perspectiva de um ciclo de ofertas de reposição mais forte em função da retenção de fêmeas em 2014, principalmente, 2015 e 2016. Espera-se um crescimento no número de machos abatidos na ordem de 5% a 12%, com um volume crescente de abate de fêmeas e um peso maior da bolsa para a tomada de decisões do pecuarista. Albuquerque, que também é pecuarista em Goiás, deu uma boa notícia aos participantes: após terminar 2017 com queda de 10% em relação ao ano anterior, o preço da arroba do boi gordo deve voltar a crescer em 2018 – pelo menos mais de 7% ao longo do ano. Já Amanda Oliveira, coordenadora de Confinamento da Premix, explica que o alto preço dos grãos e do boi magro em 2016 quase inviabilizou a atividade, deixando margem apenas para as operações de ciclo completo. “Já em 2017, apesar do cenário político instável, com algumas notícias do meio que prejudicaram bastante o custo da arroba do boi gordo, e a redução dos custos dos insumos, principalmente do milho, possibilitou margens satisfatórias para a operação”, ressalta. Fazendo o balanço sobre a quarta edição do encontro, o presidente da Premix, Marco Guidolin, ressalta a presença de mais de 100 confinadores de importância nacional, com base no nível tecnológico de suas propriedades. “A gente tentou trazer dentro das p...

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