Leite

MICOTOXINAS

Leite

Não permita que essas inimigas reduzam os lucros da propriedade

Nick Adams*

Desde que as micotoxinas foram identificadas pela primeira vez, na década de 1960, existe um enfoque maior na contaminação de rações devido ao comércio global, aumento do monitoramento e tecnologia, mudanças nas práticas agrícolas, condições meteorológicas inesperadas, regulamentação de segurança alimentar e interações de toxidade.

Hoje, a qualidade da forragem é uma prioridade absoluta para a produção leiteira, uma vez que os produtores, agora, reconhecem o risco que ingredientes alimentares ruins podem representar para a saúde e o desempenho de vacas em lactação.

As reduções no rendimento do leite e o aumento dos números da contagem de células somáticas (CCS) podem não ser passíveis de observação diária, mas os produtores notarão a diferença de produção no tanque de leite.

Muitas vezes, não é um caso agudo que pode ser facilmente identificado, mas uma situação crônica associada à ingestão de um nível baixo de micotoxinas durante um longo período de tempo. Isso resulta em uma ampla gama de sintomas subclínicos que reduzem lentamente o desempenho, corroem os lucros do produtor e comprometem a saúde animal.

A micotoxicose no gado leiteiro, muitas vezes, resulta da exposição a múltiplas micotoxinas, ocasionada por infestação pré-colheita de materiais alimentares por espécies de Fusarium, bem como da contaminação de materiais armazenados ou ensilados por espécies de Penicillium e Aspergillus no período pós-colheita.

Após a análise de mais de 90 artigos revisados sobre as implicações nos custos que as micotoxinas podem ter em um nível de risco semelhante, calculou-se que as vacas podem produzir 1,5 litros de leite por di...

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