Cruzamento

ANGUS

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Qual a melhor genética para cruzamento industrial no Brasil?

Marcelo Selistre e Fabiana Makry*

Por todo o Brasil, de Norte a Sul, Leste a Oeste, quem trabalha com genética, principalmente taurina, sofre com uma grande dúvida: “Qual a melhor genética para o Cruzamento Industrial?”. A pergunta incomoda, afinal, os pecuaristas querem ter confiança em uma seleção que realmente atenda suas necessidades: grande produção de carne de qualidade em um espaço cada vez menor de tempo. A raça mais utilizada para o cruzamento industrial no Brasil é a raça Angus, que representa 74% do mercado, segundo a Asbia, considerando apenas as raças europeias de corte. Do total de doses Angus, 90% são utilizados em vaca zebuína, a maior parte Nelore e aneloradas. A maioria das doses é importada dos EUA. Importante salientar que estamos falando somente de Aberdeen Angus. Não se computou a variedade vermelha, o Red Angus, que é a segunda raça em volume de doses comercializadas.

A raça Angus predomina no mercado dos principais países produtores de carne e da mesma forma ocorre com a genética americana. No mercado de cruzamento industrial do Brasil não é diferente. Porém, qual seria a melhor genética Angus para nosso sistema de produção? Valeria ao gado destinado ao cruzamento a mesma regra dos rebanhos puros?

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Avaliações genéticas disponíveis de Angus – americana ou nacional – não servem para escolher touro ideal para cruzamento industrial

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