Especial Cruzamento Industrial

HETEROSE VOLTA À CENA

Especial

Mas desta vez a vaca Nelore ganhou a companhia da F1. Pecuaristas buscam eficiência e boas remunerações

Adilson Rodrigues
adilson@revistaag.com.br

Hoje, o cruzamento industrial faz parte da realidade da pecuária brasileira, com as raças britânicas vivendo um verdadeiro apogeu. Quem diria que uma bezerra meio-sangue superaria R$ 2.000,00.

Impressiona ainda mais a F1 ser utilizada como matriz. Há 27 anos nem se sabia o que fazer com ela, durante o primeiro demérito da técnica. A tentativa frustrada esbarrou no desconhecimento técnico.

Reprodutores taurinos eram desafiados a cobrir vacada nas duras condições do Brasil Central. Para um touro Nelore, rústico por natureza, seria brincadeira de criança, apesar de que sombra e água fresca nunca fizeram mal a ninguém.

Talvez com algum preparo especial como a construção de retiros fosse até possível. Sem considerar o fator adaptabilidade, o criador passou a testar sem sucesso uma miscelânea de raças.

Algumas foram punidas de forma severa, a exemplo do Limousin. O europeu reinava absoluto. Nos dias atuais, contabiliza apenas 3.000 matrizes PO e PC. De lá para cá passou a fazer uma forte pressão de seleção para características de adaptabilidade.

Especial

Para Gilberto Menezes, o criador que falha ao não considerar a avaliação genética contribui para o fornecimento de gado de baixo desempenho

O Limousin sumia e o Angus assumia o trono. Também surgiram taurinos adaptados e sintéticos desempenhando de forma satisfatória ...

Para ler a matéria completa faça Login
Caso não seja assinante da Revista AG, clique Aqui e Assine Agora!