Falou

Eliminando a dor de cabeça

O sócio-proprietário da Campero Assessoria e Cobrança, Erli Salgueiro Júnior (Kiko), revela como a empresa tem agilizado a compra e a venda de animais nos leilões brasileiros

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“A empresa monitora os investimentos desde o início da compra dos bovinos, pois isso reduz significativamente o risco de inadimplência”

Revista AG – Quais ações a Campero Assessoria e Cobrança desenvolve para viabilizar as comercializações dos pecuaristas?

Kiko – A empresa atua de modo bem específico na área de genética, seja em leilões ou venda direta na fazenda. Porém, o carro-chefe do nosso trabalho é nos remates, devido ao grande volume de comercializações. Aliás, como eu já trabalho com pregões há mais de 15 anos, e sempre na área financeira controlando o fechamento desses eventos, observei que vem aumentando a quantidade de parcelas dos remates e isso tem gerado muitas dificuldades aos produtores para gerenciar os pagamentos. Visto que, por exemplo, as vendas do cavalo Crioulo são realizadas em 50 parcelas, portanto, são quatro anos de vínculo entre o criador e o comprador, que muitas vezes nem se conhecem. E foi por isso que nós criamos a Campero para acompanhar o processo financeiro das vendas.

Revista AG – O pós-venda dos animais em leilões tem provocado muito desgaste entre os envolvidos. Como a empresa trabalha pode solucionar tal problema?

Kiko – Tradicionalmente, quando termina o remate, o pecuarista recebe um carnê com os dados dos animais ofertados, sendo que, muitas vezes, vários exemplares foram comercializados pelo mesmo preço para diversos compradores, ocasionando certa confusão para controlar tais informações. A partir desse ponto, fica tudo a cargo...

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